segunda-feira, 12 de setembro de 2016

D'Alessandro: Conduziu o River a vitória!







"Sempre me tira", havia sido a reclamação de Andrés D'Alessandro para Gallardo na goleada contra o Banfield. E, claro, em Córdoba teve um rendimento tão alto que o Muñeco (Gallardo) nem sequer teve a ideia de voltar a substitui-lo, como havia feito nos jogos da Recopa contra o Indepeniente Santa Fé e na primeira rodada do campeonato.

O canhoto de 35 anos não só completou os 90 minutos, mas também fez isso com uma intensidade constante. Enfrentou os botes violentos dos volantes do Talleres (gerou a expulsão de Fernando Godoy quase no final) e suou para contribuir na marcação, mas obviamente sua principal função foi a condução da equipe: se movimentou por todo meio campo para se juntar com Leo Ponzio e Nacho Fernandez na construção dos ataques, buscou a Pity Martínez para intercalar o ritmo e controlar os tempos de aceleração do jogo, e se conectou com lucidez com o Driussi (Alario entrou muito pouco ontem na dinâmica do jogo): deu um passe para gol com maestria por cima da defesa que o camisa 11 não pôde definir por mérito do goleiro Herrera.

Sem posição fixa, como quer o treinador do River, no segundo tempo o camisa 22 deixou louco os volantes cordobenses com as tabelas com Nacho, Pity e Driussu pelo meio e com Mayada ou Moreira pelos lados. Isso se mostrou mais constante depois do 1-0 e muito mais quando o Cholo Guiñazú (seu ex parceiro no Inter de Porto Alegre) viu seu segundo cartão amarelo depois de ir ao limite da bola numa entrada dura.

Foi uma partida redonda para o Cabezón. Intenso como ele gosta. De fato, se estranhou com Muñoz, depois de uma dura divida com o chileno e foi advertido por reclamar com veemência para Guiñazú receber o segundo cartão amarelo, ainda quando o capitão do Talleres estava no campo.

D'Alessandro voltou a ser D'Alessandro. Não o brigão, mas sim o jogador determinante, que conduz os elos do River com personalidade e mentalidade ganhadora.

Fonte: Diário Olé
Fotos: River Plate e La Pagina Millonaria
http://www.ole.com.ar/river-plate/D-Alessandro-figura-River-Talleres_0_1649235115.html











domingo, 11 de setembro de 2016

Vamos hablar sobre el "Lance de Craque", del Andrés D'Alessandro.



Hola hinchas de River!

Texto; Rosita Buffi
Tradução: Max Peixoto

Vamos hablar un poco sobre el "Lance de Craque, um gol pelas crianças", partido beneficio criado por Andrés D'Alessandro. 
El "Lance de craque" ha venido de las ganas de Andrés de hacer alguna cosa afuera de la cancha.
 Es un partido realizado siempre en el final del año, donde el lucro se va a las instituiciones de personas carentes, niño especialmente.
 Con la presencia de cracks del futbol de Brasil y de otros paises de la America Latina, el evento ya logró mas 1 mi de reales en dos ediciones.
 La tercera esta confirmada para diciembre de 2016 y todos usteds estan invitados! 

"Todo el mundo ya pasó dificultad, algunos mas otros menos. Pocos naceran en cuña de oro. Yo no fue uno asi. Aprendi mucha cosa con mi padre y mi madre. Intento aprovechar lo que el futbol me regaló, mas lo que yo pensaba"
                                                                       Andrés D'Alessandro

Olá torcedores do River Plate! 
Vamos contar um pouco sobre o "Lance de Craque, um Gol pelas Crianças", partida beneficente idealizada por Andrés D'Alessandro. 
O Lance de Craque surgiu da vontade de D'Alessandro de fazer algo positivo para a sociedade também fora das quatro linhas. É um jogo realizado sempre no final do ano, cuja renda vai para instituições que atendem pessoas carentes, especialmente crianças. 
Com presenças de craques do futebol brasileiro e de outros países da América Latina, o evento já arrecadou e distribuiu mais de um milhão de reais em duas edições. A terceira está confirmada para dezembro de 2016 e todos vocês estão convocados! 
"Todo mundo passou dificuldades, alguns mais outros menos. Poucos nasceram em berço de ouro. Eu não fui um desses. Aprendi muita coisa com meu pai e minha mãe. Tento aproveitar o que o futebol me deu, mais do que eu pensava"


                                                                   Andrés D'Alessandro





Fotos: Arquivos Lance de Craque





domingo, 4 de setembro de 2016

D'Alessandro: "Quero desfrutar meu dia a dia no River, sem falar em futuro."

Ficará no River? 

Renovará o empréstimo?

 Ou escolherá voltar ao Inter de Porto Alegre?




 As perguntas que circulam no mundo do River chateiam Andrés D'Alessandro, que prefere se manter afastado, para se concentrar em ter o melhor aproveitamento possível neste semestre.

"É melhor não falar mais sobre este assunto, que me deixem desfrutar o dia-a-dia. Seria perfeito que valorizassem que voltei como outros tantos em outros clubes, e que me deixem trabalhar tranquilo, afinal coloquei a camisa do River depois de tantos anos... Na minha carreira este é um momento importantíssimo para mim, passar pelo River não é apenas mais um passo", comentou.

"Estou com 35 anos, trato de me cuidar, trato de primeiramente estar bem fisicamente, também bem da cabeça, e as vezes até me perco, é normal. E seguir, enquanto o corpo aguentar. Obviamente não sei até quando, mas o futebol me deu muitas coisas e não vai ser fácil ver chegar o dia que eu tiver que deixa-lo", disse sobre sua aposentadoria em uma conversa com o programa "Indirecto, da TyC Sports, e esclareceu que não definiu em que Clube o fará: "A verdade que não sei. É uma decisão que tomarei quando chegar o momento, porque primeiro se vai preparando a cabeça para deixar o futebol, não é de um dia pro outro".

O Cabezón também pediu para encerrar a polêmica exagerada em alguns meios, que se armou sobre sua reação quando foi substituído contra o Banfield. "É melhor encerrar este assunto, vou tratar de não me prolongar no que já passou. Simplesmente foi isso, não há nada para explicar. Já passou, já acabou, o futebol é assim, são momentos", indicou.

"Eu tenho que me adaptar, me parece que a ideia quando começou o processo com o Marcelo foi de uma equipe coletiva, não de individualidades. Acho que no futebol de hoje, cada vez mais há menos jogadores que decidem as partidas, então nos temos que se apoiar na base, que é a equipe. Quero jogar, onde me colocar vou ajudar e tratarei de fazer o que me pedir, e produzir o melhor para a equipe", agregou.

Por outro lado, D'Alessandro explicou que era esperado sua evolução de um semestre para o outro. "Melhor reconhecer e destacar os diferentes momentos desde que cheguei no clube. Os primeiros seis meses não fui uma etapa normal do clube e da equipe, porque sofreu uma reestruturação, se foram muitos jogadores ano passado, seguiram indo este ano e havia que arrumar a equipe novamente, mas no River não há tempo. Os primeiros seis meses serviram para entender um pouco mais da ideia, para nos arrumarmos novamente. E o que aconteceu na Recopa, neste jogo contra o Banfield e na Copa Argentina foi porque viemos trabalhando muito. O caminho é este, mas não temos que colocar o pé no freio, sabemos que o futebol é muito dinâmico", afirmou. 

"Acho que é um processo normal, falado fisicamente, porque os dois porimeiros jogos da Copa Argentina foram os primeiros do ano (temporada). River fez apenas 5 jogos. Para pegar ritmo, precisa mais, nós começamos a pegar agora. Depois há situações que são diferentres. Copa Argentina é uma coisa, os jogos da Recopa foram totalmente diferentes", finalizou.

Fonte: La Pagina Millonaria
Fotos: River Plate




terça-feira, 30 de agosto de 2016

Viagem Inesquecivel a Buenos Aires de Andrés! Por Max Peixoto

Viagem Inesquecível à Buenos Aires de Andrés!

Texto: Max Peixoto
Tradução: Max Peixoto


Para celebrar la graduación de mi novia Carol, habiamos previsto un viaje a Argentina. ¿Quién sabía que el viaje planificado allí en diciembre de 2015, tendría un script así?

Después de un paseo por Buenos Aires, llegamos a nuestro hotel y surge un mensage con una invitación de nuestro ídolo.

Listo. Un viaje que tenia todo para ser especial, se hace mucho mas especial. Nada que yo voy escribir podrá describir lo que pasó en nuestro viaje.

Un bello asado hecho por nuestro capitán, fútbol y muchos helados. Nunca habiamos sentido tan en casa mismo estando tan lejos del Rio Grande do Sul. Mas una noche inolvidable al lado de nuestro ídolo. Un amigo que nos trata con tanto cariño y humildad.

En el domingo, con una invitación de Andrés, fuimos al Monumental mirar River Vs Banfield. Un experiencia genial mirar un partido de River en su casa. Como ya és sabido, la hinchada de River és un show , no se para nunca y realmente hace la diferencia. Para el comienzo tuvimos "La Boba", para sentir mucho mas falta de Andrés, después empezaram los pases milimetricos, que dejavam los companeros en buenas condiciones. Como que ya previsto nació el gol. Un surdazo en el piso, una pintura mas vibrante que el uniforme naranja que vestia River. Que alegria. En el mejor partido de Andrés en su vuelta a River, nosostros estavamos alla, sentindo la energia de nuestro ídolo en la cancha. Después de meses tan sofridos con la falta que hace Andrés con la camiseta de Inter, tuvimos un poco de felicidad en aquella tarde/noche fría en Buenos Aires. Al final del partido, encontramos Andrés en el estacionamiento de los Jugadores. Para irmos al hotel, el camisa 22 de River, y eterno camisa 10 del Inter, ha ofrecido un paseo(no nos dejo ni pensar en negar).

Andrés és esto, mas del mismo. Un idolo que tenemos orgullo por todo, pero principalmente por ser tan parecido conmigo, con Carol, con Zita, con Kika y con todos que son aficcionados por su futbol, sean millonarios o colorados. D'Ale és un padre de familia con un corazón de pibe, que no sabe lo que hace para ver tu bien. Cada encuentro con D'Ale, és mas una certeza que bancamos el pibe correcto, que idolatramos la figura correcta.

Hincha de River, disfrute este pibe al maximo. El es una exepción en este mundo del futbol. El veste la camiseta y muere por los colores. Si el pelea por no querer salir, és porque quiere mostrar mucho mas para usteds que lo viran nacer.

Cualquier gracias és poco, por eso tu, Andrés, puede siempre contar con nuestro apoyo y cariño.



Para comemorar a formatura da Carol, planejamos uma viagem à Argentina. Quem diria, que aquela viagem planejeda lá em dezembro de 2015, teria um roteiro desses...

Depois de darmos uma volta por Buenos Aires, chegamos ao nosso hotel, eis que surge um convite do nosso ídolo.

Pronto. Uma viagem que tinha tudo para ser especial, se tornou muito mais especial ainda. Qualquer coisas que eu escreva, não irá descrever o que aconteceu.

Um belo churrasco assado pelo nosso capitão, futebol na TV e muito sorvete de sobremesa. Nunca nos sentimos tão em casa, mesmo estando muito longe do nosso Rio Grande do Sul. Mais uma noite inesquecível ao lado nosso ídolo. Um amigo que nos trata com tanto carinho e humildade.




No domingo, à convite de Andrés, fomosao Monumental de Nuñez assistir River Vs Banfield. Uma experiência fantástica assistir uma partida do River em sua casa. Como já é sabido, a torcida do River é um show à parte, não para nunca e realmente faz a diferença. De começo teve La Boba, para nos deixar ainda com mais saudade, logo depois começaram os passes cirurgicos, que deixavam os companheiros bem colocados. Como que já se fosse anunciado, veio o gol. Um canhotaço rasteiro, uma pintura mais vibrante que o uniforme laranja que o time de nuñez vestia. Que alegria. Na melhor partida de Andrés no River estávamos lá, vendo de perto, sentindo a energia do nosso ídolo em campo. Depois de meses tão sofridos com a falta do nosso ídolo com a camisa colorada, estávamos tendo um hiáto de alegria naquela tarde fria em Buenos Aires. Ao final do jogo, encontramos D'Ale no estacionamento dos jogadores. Para irmos embora, o camisa 22 do River, e eterno camisa 10 do Internacional, nos ofereceu (não nos deixou nem pensar em negar) uma carona. Uma tarde sem explicação.

Andrés é isso, é mais do mesmo. Um ídolo que nos orgulha por tudo, mas principalmente por ser tão parecido comigo, com a Carol, com a Zita, com a Kika e com todos os admiradores do seu futebol, sejam eles Millonarios ou Colorados. D'Ale é um pai de família com o coração de um guri, que não sabe o que faz para te ver bem. Cada encontro com D'Ale, é mais uma certeza que bancamos o cara certo, que idolatramos a figura certa.

Torcedor do River, aproveite esse guri o máximo que puderem. Ele é uma exceção nesse mundo da bola. Veste camisa e morre pelas cores. Se briga por não querer sair, é porque quer mostrar ainda muito mais para aqueles que o viram nascer.

Qualquer agradecimento é pouco, por isso tu, Andrés, pode sempre contar com o nosso apoio e carinho.





segunda-feira, 29 de agosto de 2016

La Boba de D'Alessandro: No Tiene Cura.


Para La Boba No Tiene Cura.

Tradução: Rosita Buffi

video




Pueden pasar los años, pero la magia de Andrés D'Alessandro queda intacta. Prueba de eso es que, en el partido que River disputa ante Banfield, se animó a tirar en dos ocasiones La Boba, una jugada que ya es una marca registrada del futbolista.

Se trata de la acción en la que pisa la pelota con el pie zurdo y amaga con salir hacia la izquierda, pero termina avanzando por la derecha. A pesar de que la ha hecho decenas de veces, aún se trata de un arma eficaz que tiene El Cabezón para burlar a los defensores del rival de turno.

Ante El Taladro, hizo La Boba dos veces. La primera fue a los diez minutos del primer tiempo, cuando River ya ganaba 1-0, para luego tirar un centro que ningún compañero llegaría a empujar.  La segunda fue a los 30′, también recostado por la banda derecha, en una jugada de ataque de su equipo que no prosperó.

Aunque ningunas de esas acciones terminó en gol, se trató de una buena opción por parte del mediocampista para crear variantes y sorprender en la ofensiva del equipo conducido por Marcelo Gallardo.

Fonte: PlayFútbol

“A pesar de ser muy simple, el Cabezón la hace siempre y siempre se la comen los que le marcan. Es la boba”. Con su acostumbrada elocuencia, Eduardo Coudet le puso nombre a una jugada que se transformó en una marca registrada apenas nació. Andrés D’Alessandro es uno de esos pocos futbolistas que tienen una jugada propia, personal. Y con ella regresa al fúbol argentino."

Fonte: Revista Un Caño

Pode levar anos, mas a magia de Andres D'Alessandro permanece intacta. Prova disso é que, no jogo contra o Banfield, se atreveu a praticar duas vezes a La Boba, um drible que é sua marca registrada de futebol.

É a ação que pisa na bola com o pé e fintas com o canhoto para a esquerda, mas acaba vindo da direita. Embora ele tenha feito dezenas de vezes, continua sendo uma arma eficaz, que tem o Cabezon para despistar a marcação da defesa rival.

Sobre "El Talardo", ele fez La Boba duas vezes. O primeiro foi aos dez minutos do primeiro tempo, quando River Plate estava vencendo por 1-0. A segunda foi aos 30 ', também pela ala direita, numa jogada de ataque da sua equipa, que falhou.

Embora nenhuma dessas ações terminasse em gol, a La Boba foi uma boa escolha, o meio-campista pode criar variantes e ajudar a equipe ofensivamente liderada por Marcelo Gallardo.

Apesar de ser muito simples, o drible de Cabezon sempre acaba sendo aceito por quem o marca. Todos caem. Por isso La Boba. D'Ale já disse em algumas entrevistas que  Eduardo Coudet colocou o nome em um jogo nas categorias inferiores que jogavam juntos no River e que se tornou uma marca de Andrés em campo. D'Alessandro é um dos poucos jogadores que têm um drible seu, pessoal.







Fotos: River Plate
Sport Club Internacional
Video: FLG HD

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Parabéns D'Alessandro! Estamos felizes, mas...

Texto: Fabricio Kichalowsky




D’Alessandro e a falta que um líder faz...

Ver Andrés D’Alessandro comemorando a conquista de mais uma Recopa Sul-Americana, dessa vez pelo glorioso Club Atlético River Plate, dá um misto de felicidade e tristeza. Peraí que eu explico. Felicidade porque, obviamente, a gente sempre fica feliz pelo gringo, um cara sensacional, apaixonado pelo Colorado e exemplo de ídolo no trato com os fãs. É impossível não torcer pelo seu sucesso, onde quer que ele esteja. E é também por isso que bate a tristeza, por vê-lo longe do Beira-Rio justamente no momento em que o Clube mais precisa dele.

Não vale a pena discutir os motivos da sua saída temporária do Inter, mas não há como não ligar sua ausência ao momento que vivemos. Houve quem o achasse velho, houve quem pensasse que o seu prazo de validade no Clube havia acabado, mas a verdade é que o D’Ale faz falta pra cacete. Em 2013, quando o Dunga foi demitido em meio à temporada e vivemos um momento tão conturbado como o atual, ele foi fundamental para o Colorado se manter na 1ª Divisão. Não por acaso, acabou condecorado com o Prêmio EFE de Melhor Jogador Estrangeiro do Brasileirão daquele ano.

D’Ale sempre foi um dos principais líderes do vestiário colorado, e referência técnica para muitos jogadores do elenco. Com Aránguiz, formou uma dupla infernal pelo lado direito no time do Abel de 2014. Em 2015, encontrou em Diego Aguirre um técnico perspicaz que soube utilizá-lo como um coadjuvante de luxo, e o resultado foi uma Libertadores espetacular, com atuações memoráveis (como esquecer do GOLAÇO contra o Galo, no Beira-Rio?) e uma campanha que nos levou às semifinais e fez todo colorado sonhar com o tri da América.

Parece incrível, mas isso foi há apenas um ano. E os últimos sete meses têm sido ainda mais difíceis de suportar, vendo o Inter definhar aos poucos enquanto um dos maiores jogadores da história do Clube, que poderia estar aqui, ajudando a gente a superar esse momento terrível, levanta mais uma taça no River. D’Ale, meu velho: tô triste, mas tô feliz. Triste, porque tua liderança faz muita falta. Mas feliz, porque tu merece tudo que conquistou até aqui. Por um momento, o Clube pode ter achado que tu era dispensável, mas pra torcida colorado tu sempre vai ser imprescindível.









quarta-feira, 24 de agosto de 2016

D'Ale: pela conquista da segunda Recopa!


Texto: Rosita Buffi
Tradução: Max Peixoto



Amanhã 25/08, D'Alessandro conta a nossa torcida para que conquiste mais um titulo em sua carreira!
Tem pela frente o jogo de volta da Recopa contra o Indepediente de Santa Fé.
Primeiro jogo foi na casa do adversário e de lá, o time de D'Alessandro 22, trouxe um bom empate, deixando para decidir em casa!
River e Santa Fé já se enfrentaram duas vezes, em 1967, pela Copa Libertadores, e  em sua história, um empate e uma vitória do River. Retrospecto que espera-se repetir esse ano!!
Tudo está pronto para a definição no Monumental, da Recopa Sul-Americana.
D'Alessandro tem em seu currículo pelo River 3 títulos, Clausura 2000, 2002 e 2003. Este seria um importante titulo Internacional a ser conquistado por nosso Maestro ao Clube que o lançou no futebol! E seria o 16º titulo de sua carreira!

River Plate x Indepediente de Santa Fé dia 25/08 as 21:15 Pela Fox Sports



Mañana, 25/08, D'Alessandro cuenta con el aliento para lograr mas una conquista en su carrera! Tiene pela frente el partido de vuelta de la Recopa Sudamericana ante Santa Fé. El primer partido fue en la casa del Santa Fé y alla, el equipo de D'Alessandro 22, llevo un buen empate, dejando para definir como local. River y Santa Fé ya se encuentraran por 2 momentos, en 1967, por la Copa Libertadores, y en los datos hay un exito de River y un empate.
Numeros que esperamos que se repitan en ese año.
 Todo esta listo para la definición en el Monumental de la Recopa Sudamericana.
 D'Alessandro tiene en su historia por el club de nuñez 3 campeonato locales (2000, 2002 y 2003). Ese seria un importante titulo internacional a ser logrado por nuestro maestro al club donde el nació.
 Va a ser el 16º titulo en carrera.








quinta-feira, 18 de agosto de 2016

D'Ale: Recopa 2016


Recopa 2016





D'Alessandro disputa hoje o primeiro jogo pelo titulo da Recopa Sul Americana de 2016 com a camiseta do River Plate.
Jogo será em Bogotá, Colombia, contra o Indepediente de Santa Fé.
Lembrando que D'Ale já tem em seu curriculo vitorioso uma taça da Recopa, conquistada em 2011 pelo Internacional.


Foto: SCI

Campeões no ano passado, River Plate e Santa Fé começam a decidir o título da Recopa Sul-Americana nesta quinta-feira às 21h45 (horário de Brasíla) no El Campín, casa do time colombiano em Bogotá.

O Santa Fé chegou à competição graças ao título inédito da Sul-Americana. Os Cardiais não enfrentaram nenhum time brasileiro na competição, mas passaram por equipes como LDU Loja, Nacional do Uruguai, Emelec, Independiente e Sportivo Luqueño até chegarem à final contra o Huracán. Após dois jogos tensos e sem gols, o título veio nos pênaltis para a alegria da torcida colombiana que nunca tinha comemorado uma conquista fora do âmbito nacional.

O River, por sua vez, está acostumado a grandes conquistas. O tradicional clube argentino se sagrou campeão da Libertadores pela terceira vez em 2015 com uma campanha de altos e baixos.



O Santa Fé comemorou a inédita conquista da Copa Sul-Americana em 2015

Pior segundo colocado da primeira fase, em um grupo que continha ainda San José da Bolívia, Juan Aurich do Peru e Tigres do México, que terminou em primeiro, o River avançou para as oitavas de final e enfrentou ninguém menos do que o grande rival Boca Júniors, dono de uma da melhor campanha da competição até então.

Após uma vitória por 1 a 0 no Monumental de Nuñez e muita confusão no jogo de volta, na Bombonera, com direito a spray de pimenta utilizado pela torcida contra os atletas do River, o Boca foi eliminado da competição sem que a partida fosse terminada e a sorte dos Milionários virou no torneio.



O tradicional River Plate disputa a Recopa por ter conquistado sua terceira Libertadores no ano passado

Os argentinos bateram o Cruzeiro bicampeão brasileiro com direito a 3 a 0 em pleno Mineirão e passaram ainda pelo Guarani do Paraguai antes de reencontrarem o Tigres, dessa vez na final. Com um empate sem gols na ida e nova vitória por 3 a 0, o River levantou o caneco e garantiu vaga não apenas para a Recopa, mas também para o Mundial de Clubes no Japão, onde foi derrotado pelo Barcelona por 3 a 0 na final.

Duas camisas pesadas e com força na América do Sul, principalmente pelas conquistas recentes, só podem ser sinônimo de um grande jogo. A primeira partida acontece nesta quinta e o jogo de volta será exatamente uma semana depois, dessa vez no Monumental de Nuñez, em Buenos Aires.

Fonte: Futebol Interior

http://www.futebolinterior.com.br/futebol/Recopa/Unica/2016/noticias/2016-08/RECOPA:-Santa-Fe-e-River-Plate-comecam-a-decidir-o-titulo-nesta-quinta

sábado, 13 de agosto de 2016

D'Ale: Os Colorados te esperam! Por Max Peixoto



Foto: SCI


D'Ale D'Alessandro.

13 de Agosto de 2008. Como passou rápido. Hoje fazem 8 anos do início da linda história de D'Alessandro no Inter. Um menino ainda buscando a retomada após uma longa jornada européia e um clube recentemente carente da saída de seu capitão. Um encontro perfeito. Quem diria que em 7 anos e meio nossa relação seria intensa, a flor da pele. Te alentamos e brigamos, Brigamos contigo, porém brigamos muito mais contigo, por ti. Te bancamos em todos os momentos, principalmente naqueles que a nação estava mais desacreditada em nosso 10. Valeu a pena, como valeu a pena. Naquele noite de agosto, naquele grenal válido por uma competição internacional, vimos um baixinho argentino, de corrida esquisita e fala fina, fazer da camisa vermelha sua armadura e dos colorados o seu povo. Vimos o nascimento de uma referência para a eternidade da história do Internacional. Parece que foi ontem, parece que faz um século. Saudades daquilo que nem sabíamos que ia dar tão certo. 13 de Agosto de 2008, nos vimos a história nascer. 
13 de Agosto de 2016, carentes e apreensivos, esperamos um novo ínicio, esperamos a retomada do rumo que se perdeu. Volver a retomar el curso de su historia en el Inter.
Los colorados le esperan.
D'Alessandro, volta para  retomar o rumo da tua história no INTER.
Os Colorados te esperam.


13 de agosto de 2008. Como ha pasado rapido. Hoy hace 8 años del inicio de la linda historia de D'Alessandro en el Inter. Un pibe que aun estaba buscando la retomada después de una larga gira en europa y un club que estaba sin alento con la salida de su capitán. Un encuentro perfecto. Quien iba dicir que en 7 años y medio buestra relación iba ser intensa, a flor del piel. Te alentamos y peleamos. Peleamos con usted, pero mucho más por usted. Te bancamos en todos los momentos, principalmente en aquellos que la nación se puso mas desecreditada en nuestro 10. A valido la pena, como valió la pena. En esa noche de agosto, en ese grenal valido por una competición internacional, vimos un chiquito, con una corrida extraña y hablando fino, hacer de la remera roja su armadura y de los colorados su pueblo. Vimos el nacimiento de un referente para la eternidad de la historia del Internacional. Parece que fue ayer, parece que hace un siglo. Extrañamos aquello que ni sabiamos que iba ser tan bueno. 13 de agosto de 208, nosotros vimos la historia nacer. 13 de agosto de 2016, sin alento y ansiosos, esperamos un nuevo incio, esperamos la retomada del rumo que se perdió.
D'Alessandro,Volve a retomar el curso de su historia en el Inter.
Los colorados le esperan.









FOTOS; SCI