sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

O Privilegio de conviver com D'Alessandro!


Texto: Lucas Collar
Foto: Ricardo Duarte

O torcedor do Inter é privilegiado. Eu, por torcer para o Inter, sou privilegiado. Mas tem privilégio que poucos podem ter. Eu não tive a oportunidade de assistir o Inter da década de 70, que escuto somente por histórias contadas de forma emocionante pelo meu pai. Fui um privilegiado de ver Fernandão mudar a história do Inter e, ainda por cima, sou um cara que tem o prazer de ver a história de um dos maiores jogadores do clube sendo escrita, dentro de campo, com a perna esquerda e sob meu campo de visão.

D’Alessandro escreve uma história linda no Inter: desde a sua chegada, que já foi uma das maiores recepções a um jogador no Salgado Filho, passando pelos inúmeros títulos estaduais, clássicos, Sul-Americana, Recopa e a Libertadores da América. Mas nem só de títulos estou falando. Falo de idolatria, respeito ao clube, torcedor e vestir a camisa com poucos jogadores vestem no cenário atual do futebol com transações milionárias  e pouco vínculo.

O nosso capitão faz em campo tudo o que torcedor colorado gostaria de fazer se tivesse em campo. Briga por cada bola, luta por cada espaço de campo, discute pelo time contra adversários, arbitragens ruins e pelos nossos interesses. Além de ser mágico: são 100 assistências e 85 gols em praticamente 400 jogos. E detalhe: melhorando cada vez mais mesmo que alguns insistam em dizer que está velho, ultrapassado e que deveria falar que está cansado por conta dos 36 anos.

Eu, além de ter o privilégio de ter visto algum dos maiores nomes da história em campo, também tenho a oportunidade de acompanhar o dia-dia do time. E posso afirmar categoricamente: D’Alessandro trabalha e muito.  É um dos que puxa a fila dos trabalhos físicos, está sempre orientando o time nos treinos sendo praticamente um auxiliar do Odair dentro de campo e se esforça. Treina como se fosse  jogo e joga como se fosse decisão. Independente de contra quem seja e por qual competição valha.

D’Alessandro é um monstro. E não só pelas três assistências contra o Juventude. Não só por mais um brilhante começo de ano. Não só pela falta que fez em 2016 e pela alegria que deu aos torcedores do River Plate. Mas  por tudo que fez, faz e ainda fará pelo Inter. Somos privilegiados e devíamos agradecer por D’Alessandro ter escolhido defender o vermelho e o branco.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

A comparação inevitável que demoramos a fazer: 2013/2016




Texto: Rosita Buffi
Foto: Arquivo Blog


Hoje completa 5 anos do primeiro gol de D’Ale em 2013. Era jogo contra o Caxias, que fora adiado por conta da terrível tragédia da Boate Kiss. Estávamos naquele jogo, era um calor insuportável na Serra, seguido de temporal, com chuva até os joelhos em plena arquibancada. O campo encharcado, mas mesmo assim a vitória veio.


Era o primeiro de uma série inédita de 20 gols, que muito contribuíram para que não fossemos rebaixados naquele ano no Campeonato Brasileiro.
D'Ale teve um ano pessoal majestoso. Entrava e resolvia, acertava tudo, além de belas assistências. Foi um ano bem difícil para os colorados, sem casa, jogando com os mandos de campo em Caxias e com viagens intermináveis. O Blog acompanhou todos os jogos possíveis: Gauchão, Copa do Brasil, e Campeonato Brasileiro. Também foi o ano que nos aproximou do ídolo, estabelecemos ali nossa amizade e parceria, que dura até hoje.

2013 foi para D'Alessandro uma mistura de superação, liderança e cansaço. Seu desempenho e intensidade emocional em campo motivava os companheiros e a torcida. Mesmo com resultados negativos, ele não se deixava abater, e terminou aquele cansativo ano como o melhor jogador estrangeiro no país, recebendo o prêmio EFE, concedido pela Agencia Internacional de Noticias, já tendo sido entregue em outras ocasiões para nomes como Leonel Messi e Cristiano Ronaldo.


Foi uma coroação ao seu desempenho extraordinário em campo, imbatível até hoje:
•59 jogos
•5180 minutos
•20 gols
•14 assistências

D'Ale sempre soube que em campo o comprometimento deve ser 100% e que deve honrar o manto mesmo nas adversidades. A maior prova disso é que esse ano de 2013 ficamos abaixo do esperado, mas D'Ale chamou a responsabilidade e podemos afirmar que graças a suas atuações individuais, e a sua liderança com o grupo no vestiário e em campo, conseguimos nos livrar de um resultado pior.

Revendo 2013, pergunto:

Ainda tem alguém que acha que em 2016 cairiamos com ele em campo?

domingo, 11 de fevereiro de 2018

D'Alessandro 2018: evolução em campo e idolatrado na arquibancada!



Texto: Lucas Collar
Foto: Carlos Macedo ( Agencia ZH)


O ano de2018 no Inter, enfim, deve apresentar uma maior tranquilidade. Depois de um ano turbulento como 2016, refletindo algumas coisas, por óbvio, em 2017, o clube segue algumas ideias interessantes e que geralmente são pilares importantes em times que conseguem resultados positivos. É claro que o processo ainda será longo, visto o estrago que realizaram em um clube grande como o Inter, mas posso dizer que o pior já passou.

Se compararmos o começo de ano em 2018 com 2017, já é possível ver uma boa diferença. Diferente do ano passado, aonde o Inter vinha de um rebaixamento e se preparava para o ano mais difícil da sua história, com uma reformulação praticamente total do grupo, 2018 nos mostra uma manutenção de elenco, time e trabalho. E isso é um dos passos mais importantes para que as coisas comecem a dar certo com o entrosamento necessário, além da presença do Odair Hellmann, que conhece o grupo e não precisará de um tempo maior de adaptação.

A belíssima atuação diante do São José, na última quinta-feira, é uma prova de que as coisas estão no caminho certo e que precisam de paciência para dar certo. O Inter, enfim, tem uma filosofia de jogo e é possível ver um trabalho por trás das inúmeras jogadas combinadas, trabalhadas e chances criadas. D’Alessandro, por exemplo, tem maior liberdade no sistema ofensivo e está ajudando demais na saída de bola. Aliás, o “velhinho”, apareceu na área do Inter dando carrinho para desarmar o ataque adversário.


Por falar em D’Alessandro, ele se mostra cada vez mais fundamental ao time. Além da grande falta que fez em 2016 dentro e fora de campo, parece não ter mudado praticamente nada na virada do ano. Líder de assistências no ano passado, o capitão tem sido muito participativo em 2018 já tendo feito uma pintura contra o São  José e uma assistência em quatro jogos. Além disso, são quase 30% em participação nos gols do time neste ano.

Por vezes ainda não temos a percepção do tamanho do tempo que estamos vivendo. Nós, torcedor colorados, somos privilegiados de ver um atleta como D’Alessandro, o mais velho do elenco, puxando fila fisicamente, brilhando tecnicamente com dribles, assistências, gols e, além de tudo, fazendo o papel de um ídolo identificado com o clube sendo um anexo da arquibancada dentro de campo seja no Beira-Rio ou longe de Porto Alegre.
Por isso, é possível sim acreditar que as coisas podem ser  bastante promissoras em 2018. Até porque quando se tem um craque como D’Alessandro no time exercendo um papel de liderança que tanto nos faltou em 2016, as coisas ficam mais fáceis.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

As críticas sem fundamento já começaram! Sera um ano difícil...



Texto: Lucas Collar
Foto: Ricardo Duarte


O começo de ano do Inter é cercado por expectativa. Depois de um ano de altos e baixos, onde o principal objetivo do clube no ano foi alcançado, o 2018 começa com o Inter de volta ao lugar de onde nunca deveria ter saído. Porém, um fato me chamou atenção nos últimos dias. Estive presente no CT Parque Gigante acompanhando mais um trabalho da pré-temporada comandada por Odair Hellmann e, na atividade, o time considerado “titular” perdeu por 2 a 0. Um prato cheio para polêmicas, caça-cliques e para aqueles que estão fervorosos com os últimos anos turbulentos do clube.

Como posso ler que o Inter é vulnerável na defesa se mal estreou na temporada oficialmente? Será que o discurso já mudou após a vitória por 8 a 0 no jogo-treino contra o Lajeadense no CT Parque Gigante neste sábado? Será que a torcida colorada seguirá caindo nessa lorota logo no começo do ano? Odair está começando o ano, realizando testes e, na minha opinião, o treinamento serve justamente para que erros aconteçam, visando corrigi-los durante as competições que virão durante o ano.

Aliás, o Inter está começando um ano como a muito tempo não se via. É claro que é preciso ser cauteloso com expectativas, mas o grupo está unido e temos um técnico que é querido pelo grupo de jogadores, que tem boas ideias e que fala a linguagem do jogador e consegue ser didático a cada exercício realizado durante a pré-temporada. Temos boas credenciais para ter um ano muito bom, mas que a mídia não subestime a força do grupo, da torcida e do Sport Club Internacional.

domingo, 7 de janeiro de 2018

Enfim, a bola! Inter treina forte já no começo da pré temporada!


Texto: Lucas Collar
Foto: Ricardo Duarte

Depois de dias intensos de trabalhos físicos no CT Parque Gigante, ela finalmente apareceu: a bola. O técnico Odair Hellmann esboçou o primeiro time da temporada 2018, já visando o jogo da estreia contra o Veranópolis, no Beira-Rio, no próximo dia 18. Entre as principais novidades, a movimentação de D’Alessandro.

O time foi esboçado com: Danilo Fernandes; Dudu, Klaus, Victor Cuesta e Uendel; Rodrigo Dourado, Edenílson, D’Alessandro, Camilo e William Pottker; Leandro Damião. O capitão colorado foi presença constante na saída de bola ao lado de Edenílson e posteriormente, aparecia junto com Damião para finalizar as jogadas.

Outros pedidos de Odair Hellmann, além da movimentação de D’Ale, ficou por conta da saída de bola pelo chão, evitando chutão e também da marcação sob pressão na saída de bola do adversário, tentando roubar a bola mais próximo do gol inimigo.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Gracias D'Ale: 2016 Nunca mais!!!


Texto: Lucas Collar | Foto: Globo Esporte

Gracias, D’Ale.

Nos momentos mais importantes das nossas vidas, sejam eles positivos ou negativos, é fundamental ter as pessoas que são importantes e que amamos ao nosso lado para que as coisas tenham uma maior chance de dar certo. Se puxarmos essa máxima para o futebol, podemos ver o Inter em 2017. Era um ano novo, diferente e atípico. O Inter disputou a Série B pela primeira vez em mais de cem anos de história. O sentimento era de tristeza, desconfiança e dor. Mas posso afirmar que as coisas teriam sido muito piores sem ti, capitão.

Sofremos longe de ti, D’Ale. Foi difícil te ver no River Plate, erguendo taças e fazendo outra nação vermelha e branca feliz na tua terra. Enquanto nós sofríamos em 2016, órfãos de uma liderança e de um ídolo do teu quilate. Mas sabíamos que tu não nos abandonarias no momento mais difícil da nossa história. Tu poderias continuar sendo feliz na Argentina, longe das bobagens que ouvimos falar por aqui, mas tu voltou para nos ajudar e nos colocar no nosso devido lugar.

Eu estava lá no dia que tu voltou. A ficha do rebaixamento mal havia caído, mas o torcedor colorado se fez presente no Salgado Filho. Eram quase 2 mil colorados que te recepcionaram e junto contigo, a esperança de dia melhores. Seria injusto te dar o título de salvador de pátria, porque ninguém faz nada sozinho, mas tu és um ícone fundamental da nossa história. Nos momentos de glória, tu estava aqui. Quando precisamos de ti, tu também estavas. E sei que lá da Argentina, tu também estavas conosco.

E a tua volta foi fundamental para voltarmos ao nosso lugar. Tu jogou demais, D’Ale. Recordista de assistências, um dos mais regulares e um dos que mais correu mesmo com os 36 anos de idade. Por vezes, foi uma ilha no time do Inter, mas o martírio acabou. Estamos de volta para o lugar de onde nunca deveríamos ter saído e estamos de volta juntos. Como sempre foi. E como nunca vai deixar de ser. Inter é D’Alessandro e D’Alessandro é Inter. Um casamento e uma história de amor, fidelidade, respeito e entrega.

sábado, 21 de outubro de 2017

INTER: Time e torcida próximos de um final feliz!




Texto: Lucas Collar | Foto: Ricardo Duarte

O martírio colorado na Série B do Campeonato Brasileiro está próximo de acabar. Neste sábado, em Criciúma, o acesso para a elite do futebol nacional ficou um pouco mais próximo com a vitória por 3 a 2 em Santa Catarina. E esse passo fundamental na caminhada colorada contou novamente com a participação fundamental de D’Alessandro que foi efetivo, o que não chega a ser uma novidade em 2017.

O primeiro tempo teve a assinatura de D’Alessandro e foi avassalador para o Inter. Em menos de 15 minutos de jogo, o time já vencia por 2 a 0 jogando longe do Beira-Rio. O primeiro gol teve um lançamento primoroso do capitão para Leandro Damião, que cruzou para Eduardo Sasha dividir com o zagueiro do Criciúma, que acabou mandando contra a própria rede.

O segundo gol do Inter também teve participação direta de D’Alessandro. Em cobrança de falta na medida, o capitão encontrou Victor Cuesta, que precisou finalizar duas vezes para ampliar o marcador. O Colorado sofreria o empate, mas com gol de Carlos, na reta final do jogo, conseguiu uma vitória fundamental para as pretensões do Inter no seu objetivo de conquistar uma vaga na Série A do ano que vem.

A volta do Inter para o seu lugar é uma questão de tempo. E nós, torcedores, só podemos agradecer a quem não nos virou as costas, não nos abandonou e esteve junto conosco no pior momento da nossa história. O fim está próximo e próximo de ser feliz para o torcedor colorado.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Só queria que você soubesse D'Alessandro....



Texto: Isabel Charão | Foto: Arquivo Blog

D'ALE

Só queria que você soubesse que durante os seus mais de nove anos no Internacional, nenhum jogador foi melhor que tu;

Só queria que você soubesse que mesmo você negando, tu é o melhor estrangeiro e meio-campista da nossa história;

Só queria que você soubesse que quando entra em campo, sempre vamos sentir segurança;

Só queria que você soubesse que a tua personalidade dentro e fora dos gramados é um dos grandes motivos para a torcida te venerar de tal forma;

Só queria que você soubesse que toda a tua história escrita no clássico Gre-Nal é motivo de orgulho para nós;

Só queria que você soubesse que não te trocaria por nenhum jogador. Nem Messi, Cristiano Ronaldo e nem por vários deles;

Só queria que você soubesse que poucas vezes uma camisa 10 vestiu tão bem como em você;

Só queria que você soubesse que não gostamos nem de imaginar sua saída ou aposentadoria; quando esse momento chegar não esteremos perdendo somente o nosso capitão, como também a maior identidade colorada nos últimos anos;

Só queria que você soubesse que meus filhos e netos saberão quem foi D’Alessandro. E daqui cem anos, teu nome continuará sendo lembrado;

Só queria que você soubesse que tenho muitos motivos para continuar escrevendo, mas nunca será o bastante para dizer...

...o que eu só queria que você soubesse

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

D'Alessandro: A paixão que une colorados e gremistas


Texto: Davison Silveira | Foto: Ricardo Duarte

D'Alessandro me impressiona!
Fico realmente impressionado com o tamanho da presença deste homem!
Andrés marca.
Andrés cativa.
Andrés hipnotiza.
Desde 2008 acompanho atentamente os trejeitos deste gringo atrevido.
Desde Oberdan não tínhamos um cara com a pachorra dele.
Oberdan chegou e disse que Escurinho não cabeceava mais na área que agora era dele.
Cumpriu sua promessa.
Mas Andrés, não prometeu nada.
Ele simplesmente chegou e não precisou dizer nada.
Foram 13 vitórias em Grenal. Foram 8 gols marcados. Foram 12 títulos. Foram mais de 80 gols. Isso tudo até aqui.
Mas o que me impressiona é a imponência.
A torcida vaia. Pode ser o jogador mais odiado. Um Fabrício da vida. Ele se vira para torcida. Ele coloca o dedo indicador na boca. E todos se calam.
A torcida adversária entra em campo. A do Grêmio, por exemplo. A torcida colorada começa a rugir de raiva. Ele se posiciona perante ela. Coloca os braços para trás e fica em silêncio. Apenas a encarando. A torcida para e começa a cantar: "Vâmo, vâmo Inter!"
É isso...
Ele não precisa dizer nada. Ele sabe o que quer dela. E transmite isso com o corpo. Com o corpo!
E a torcida entende!
Quando, na história do futebol gaúcho, houve tanta cumplicidade, tanto entendimento, tanta telepatia entre um jogador e sua torcida?
Renato não conseguiu isso. Falcão não conseguiu isso. Danrlei não conseguiu isso. Fernandão não conseguiu isso.
Ele faz o que quer. E sua igreja diz amém.
Ele pastoreia suas ovelhas de tal forma, a fazê-las pensarem que ELAS é que são os lobos.
Ele toca bumbo.
Ele tira sarro do Grêmio e fala em DVD.
Ele peita jornalista.
Ele faz um simples gol de pênalti e vibra como gol de mão de Maradona.
D'Alessandro faz...simplesmente porque pode. E decretou que pode. E quem pode dizer que não?
Eu sou um gremista apaixonado por D'Alessandro. E não estou nem um pouco preocupado com o que minha torcida dirá desse caso proibido de amor. Nunca vi neles mesmos, este amor desenfreado e desmedido por um ídolo, como vejo com este gringo.
Amo Renato, Mauro Galvão, Geromel, Nildo, Goiano, Grohe e todos os que me deram tantas alegrias. Mas existe amor e existe paixão. O Grêmio é como se fosse a companheira de 50 anos de casamento. Andrés, é como se fosse aquela moça gostosa, que a gente olha disfarçadamente e pensa besteiras. Aquela travessura que, como homens velhos, nos permitimos.
Andrés me impressiona!
Estou traindo o Grêmio? Nada...estou apenas olhando aquela moça gostosa passando...e que pernas...

sábado, 30 de setembro de 2017

D'Alessandro e o verdadeiro significado de ser um Capitão.


Texto: Lucas Collar | Foto: Ricardo Duarte

Tu sabes qual é o significado da palavra capitão? Segundo o dicionário da língua portuguesa, capitão é um chefe de um grupo, mestre ou até mesmo um protetor. Se formos tentar trazer esse significado para o Inter de 2017, teremos a figura de D’Alessandro. O capitão que voltou da Argentina para ajudar o clube no momento mais difícil da sua história e, que mesmo quando esteve longe, não deixou de acompanhar seu povo (que sofria muito) e todos os problemas que aqui estavam acontecendo.

A vitória por 2 a 0 diante do Santa Cruz, que teve novamente a fundamental participação de D’Alessandro, foi mais um dia para lembrarmos a importância que o camisa dez tem para o grupo e também para a história do clube. O torcedor colorado precisa ter ciência da sorte que tem de ver um jogador, que além de toda qualidade técnica que tem, também é um exemplo de dedicação (citado pelo técnico Guto Ferreira após o jogo), mas especialmente pela identificação e preocupação com tudo que acontece no clube... até mesmo fora das quatro linhas.

Após a vitória deste sábado no Beira-Rio, D’Ale fez questão de exaltar o trabalho da direção, comissão técnica e dos jogadores do atual elenco que conseguiram reverter uma situação que era complicada pelo recente rebaixamento e pelo momento turbulento que o clube chegou a passar em algumas rodadas da Série B e, mesmo que ainda não tenha garantido o acesso para a Série A, o caminho está sendo traçado com sucesso para que o objetivo seja alcançado.

Além disso, destacou que quando chegou ao clube depois do empréstimo ao River Plate encontrou uma situação que “não era fácil” e com o clube “feio”. E, de todas as formas, por mais que os torcedores não tenham vivenciado os bastidores da derrocada colorada em 2016, é necessário concordar que é uma grande verdade. Felizmente, hoje é possível afirmar com todas as letras: comandados pelo capitão, o grupo de jogadores está resgatando o orgulho do torcedor em ser colorado.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

D'Alessandro: Calando os críticos em campo!


Texto: Lucas Collar | Foto: Cris Veiga

No confronto direto pela liderança da Série B do Campeonato Brasileiro, D’Alessandro foi mais uma vez o maestro do Inter na vitória por 2 a 1 diante do América/MG no Beira-Rio. De volta ao time após cumprir suspensão automática, o capitão participou das principais jogadas ofensivas do Inter e, mais uma vez, foi responsável pela assistência para o gol de Edenílson ainda no primeiro tempo: a décima quinta na temporada e a sexta nos últimos cinco jogos.

Aliás, os números de D’Alessandro pelo Inter em 2017 impressionam. Diferente do que se falava em boa parte da imprensa no começo da temporada, que a idade pesaria e que não faria tanto a diferença, D’Alessandro tem mostrado grande evolução nesta temporada sendo peça fundamental de Guto Ferreira na campanha que deve levar o Inter de volta para a Série A em 2018.

Em 2017, já atuou pelo Inter em 41 jogos. Número muito superior aos da temporada passada, onde atuou em 27 jogos pelo River Plate envolvendo Copa da Argentina, Recopa Sul-Americana, Copa Libertadores da América e o Campeonato Argentino e com um rendimento físico acima da média dos demais companheiros, o que também comprova a tese da sua evolução nesta temporada.

A importância de D’Alessandro ao Inter é uma obviedade incontestável. E isso só fica ainda mais provado a cada jogo que passa. A fase do capitão colorado é extraordinária com gols, assistências, raça e muita liderança no momento decisivo do fim do martírio colorado na Série B em 2017. Podemos dizer que mesmo com 36 anos, D’Alessandro vive uma das melhores fases da carreira no seu retorno a Porto Alegre. Felicidade do torcedor colorado em poder dizer que seu capitão voltou e, junto com ele, o Inter também está voltando ao lugar de onde nunca deveria ter saído.

sábado, 16 de setembro de 2017

D'Alessandro: Que siga fazendo mágica em campo!


Texto: Lucas Collar | Foto: Carlos Macedo ZH

O Inter deu mais um passo importante na sua caminhada para retornar para a Série A do Campeonato Brasileiro. Em uma tarde de muita chuva, o Colorado aplicou 3 a 0 no Figueirense e voltou para a liderança da Série B com 45 pontos. Com os três pontos na conta, nos últimos 14 jogos da competição, o cálculo é simples: faltam 6 vitórias para o objetivo ser conquistado.

A vitória diante do Figueirense teve a participação direta de D’Alessandro. Aos 4’, deu lindo passe para o lateral-esquerdo Uendel, que deu um cruzamento perfeito para William Pottker inaugurar o marcador. Ainda na primeira etapa, D’Ale participou intensamente do jogo e mostrou mais uma vez o que já estamos acostumados a ver nos seus nove anos de Beira-Rio: entrega, qualidade técnica e o termômetro do time dentro de campo.

Na segunda etapa, mais uma assistência para a conta do “velhinho”: a 14ª em 2017. Aos 8’, D’Ale cobrou escanteio na direita com muita maestria e Leandro Damião, de peixinho, ampliou para o Inter. Ainda daria tempo para o capitão dar show com direito a caneta, lançamentos e participações nas inúmeras chances criadas pelo Inter que fechou o placar em 3 a 0 com gol de Nico López.

Falar de D’Alessandro já está sendo chover no molhado. A cada jogo que passa suas atuações são um tapa de luva no “torcedor” que o crítica e que acha, assim como alguns dirigentes da pior gestão da história do Inter, que o seu ciclo deve ser encerrado. D’Alessandro é o Inter e o Inter é D’Alessandro. O verdadeiro torcedor colorado espera que ele siga fazendo mágicas com sua perna esquerda, vestindo vermelho em Porto Alegre por mais algum tempo e fazendo a diferença como tem sido nessa temporada.

sábado, 26 de agosto de 2017

O Inacreditável D'Alessandro de 2017!

Nunca deixamos de acreditar: Com D'Alessandro não estaríamos na série B. 



Foto: Ricardo Duarte
Texto: Lucas Collar

D’Alessandro segue sendo D’Alessandro. Por mais que existam “torcedores” que contestem sua importância no time do Inter, a cada jogo fica mais provado a sua relevância e o porquê é, e continua sendo, o dono desse time em um dos momentos mais complicados da sua história. A vitória contra o Paysandu, em uma sexta-feira à noite, teve 38 mil testemunhas de mais um espetáculo particular promovido pelo capitão colorado.

Além da tradicional entrega, jogadas imprevisíveis e a qualidade da sua perna esquerda, D’Alessandro resolveu dar espetáculo. Aos 10’, protagonizou o lance mais bonito do jogo. Um lançamento extraordinário ainda do campo defensivo para Leandro Damião, que não deixou por menos e marcou um golaço por cobertura. O Inter ainda sofreria o empate, mas comandado por D’Ale, o time não baixou a guarda e conseguiu a vantagem aos 45’ com mais uma assistência do gringo que deixou Damião livre para fazer o segundo.

O segundo tempo não foi diferente do primeiro e também do que tem sido 2017. Aos 36 anos, D’Alessandro não fica atrás de nenhum jogador na questão física. O argentino correu os noventa minutos e foi novamente decisivo com mais uma assistência para Klaus marcar o terceiro em cobrança de escanteio. Podemos dizer que a vitória contra o Paysandu foi um breve resumo do que o gringo tem feito pelo Inter nesta temporada.

Além de deixar o River Plate na disputa de uma Libertadores da América para ajudar o clube em um momento de reconstrução na Série B, D’Alessandro tem sido decisivo como sempre foi: com sua liderança, com sua qualidade e sendo muito efetivo. São 39 jogos em 2017 (mais do que toda temporada pelo River em 2016) com 6 gols e 12 assistências, o líder do grupo nesse quesito.

Por mais que seja inacreditável imaginar que existam colorados que contestem D’Alessandro e sigam insistindo no erro de 2016 afirmando que “está velho”, “não vale todo investimento” ou “se acha maior que o Inter”, 2017 serve para ensinar algumas lições para o torcedor. D’Alessandro é fundamental e seguirá sendo enquanto estiver respirando. A história do argentino se confunde com a centenária história colorada. A torcida colorada será eternamente grata por ter visto esse talento em campo e por D’Alessandro ser do Inter.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

"O mais importante não é minha renovação, e sim ajudar o INTER a voltar para Série A."


Texto: Lucas Collar | Foto: Fred Colorado

O capitão D’Alessandro foi destaque do dia do Inter nesta terça-feira. No começo dos trabalhos do Inter visando o jogo diante do ABC, no próximo sábado, no Rio Grande do Norte, o gringo concedeu entrevista coletiva e falou sobre seu futuro, questão física e também sobre a campanha colorada na Série B do Campeonato Brasileiro. Dentro outras coisas, revelou que não irá tratar sobre sua renovação de contrato com o clube antes do fim da disputa da Série B.

Sobre a sua renovação de contrato, D’Alessandro foi sincero e afirmou que não irá tratar sobre o assunto antes do fim da disputa da Série B. Como já sabemos, destacou que não deixou o River Plate para voltar ao Inter no momento mais difícil da história pensando na renovação de contrato ou para “roubar” dinheiro, mas sim para ser mais um para ajudar no momento de reconstrução da equipe na busca pelo principal objetivo do ano, que é devolver o time para a Série A do Campeonato Brasileiro. Ele também fez questão de destacar que tem um bom relacionamento com a atual direção do Inter e que, ao final do ano, irá conversar com os dirigentes para definir o que é melhor para todas as partes envolvidas.

Sobre seu rendimento dentro de campo, o líder de assistências do Inter em 2017, destacou que com o passar do tempo, adquiriu uma nova visão e está mais calejado. Ao invés de querer jogar todos os jogos, hoje não vê problemas em ficar no banco de reservas para que outro companheiro, em melhor momento, possa ajudar a equipe a conquistar seus objetivos. Porém, relembrou que está surpreendendo a praticamente todos críticos, que não esperavam que ele fosse estar presente em tantos jogos nesse retorno a Porto Alegre.

O capitão do Inter também falou sobre o momento de oscilação que o time teve durante o primeiro turno da Série B. Na visão dele, o momento mais turbulento da equipe já passou e que agora a preocupação deve ser em manter o bom rendimento que o time vem apresentando nos últimos jogos. Porém, também aproveitou para lembrar, que os jogadores também passaram alguns momentos de sofrimento e que como capitão da equipe, nunca deixou o grupo faltar com esforço e comprometimento vestindo a camisa vermelha.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Sorteio Solidário! D'Alessandro e Danilo juntos nesse gol beneficente!


                     Sorteio Solidário!



Ação Beneficente para ajudar o Asilo Padre Cacique:

Leve sua doação sábado no Quiosque que ficará na Bandeira e concorra a prêmios : Chuteira de Andrés D'Alessandro e Luvas de Danilo Fernandes !

Kits para doar:

Fralda Geriátrica + Item de higiene (shampoo, sabonete, desodorante, pasta de dente)
Ou
Fralda Geriátrica + Item Matinal ( café, bolacha, adoçante, chá)

Aqui o recado de D'Alessandro!